
Experiência real aplicada a desafios complexos

A Centurion Consulting nasce da combinação entre experiência executiva e visão estratégica aplicada ao novo contexto regulatório.
Com atuação em liderança de Recursos Humanos, estratégia corporativa e projetos de sustentabilidade, trazemos uma abordagem prática, orientada à decisão e focada em resultados.
Nossa atuação integra:
Estratégia corporativa
Governança e risco
Sustentabilidade e carbono
Estruturação de decisão
Transformando Estratégia, Carbono e Conhecimento em Vantagem Competitiva

Apoiamos empresas a navegar o SBCE, estruturar governança de carbono e transformar complexidade regulatória em decisões estratégicas.
Especialistas em SBCE, governança de carbono e sistemas de decisão.
O novo risco corporativo já chegou
- Regulação climática está acelerando
- Empresas não estão preparadas
- Decisões estão sendo tomadas com baixa qualidade de informação
O problema não é apenas carbono.
É conhecimento.
Empresas não falham por falta de dados.
Falham por não transformar dados em decisão.
Planejamento Estratégico
- GKM Green Knowledge Management
- Governança
- Capacidade de decisão
- MRV estruturado para atender o SBCE
Como transformamos complexidade em decisão
- Diagnóstico estratégico
- Estruturação de dados e riscos
- Modelagem de cenários
- Implementação e governança
NOSSAS SOLUÇÕES
Estratégia de Carbono
- Preparação para SBCE
- Estruturação de emissões (Escopos 1, 2, 3)
- Posicionamento estratégico
- MRV estruturado para atender o SBCE
Governança e Compliance
- Estrutura de decisão
- Mitigação de riscos regulatórios
- Frameworks de controle
Knowledge & Decision Systems
- KBC Knowledge Before Carbon
- Transformar dados em decisão
- Dashboards estratégicos
- Cultura de decisão
CASOS / APLICAÇÕES
Preparação estratégica para o SBCE
Apoiamos empresas industriais na transição para o mercado regulado de carbono, estruturando diagnóstico de emissões, avaliação de exposição regulatória e definição de posicionamento competitivo.
Simulação de risco regulatório
Desenvolvemos modelos para antecipar impactos financeiros e operacionais do SBCE, permitindo decisões informadas sobre custos de carbono, compliance e alocação de capital.
Estruturação de governança ESG e compliance
Ajudamos organizações a construir estruturas de governança alinhadas às exigências regulatórias e às melhores práticas internacionais, integrando sustentabilidade à tomada de decisão.
Implementação de sistemas MRV (Monitoramento, Reporte e Verificação)
Desenhamos e implementamos processos e sistemas para garantir a integridade dos dados de emissões, suportando auditorias e assegurando conformidade com o SBCE.

Quem está por trás da estratégia
• Ex-CHRO e executivo em multinacional, com visão estratégica e experiência em ambientes regulados complexos
• Liderança em projetos de carbono e sustentabilidade, conectando operação, risco e valor econômico
• Pesquisa de PhD focada no SBCE e em Knowledge Management, com abordagem aplicada ao mercado
• Experiência prática na implementação de estruturas MRV (Monitoramento, Reporte e Verificação), garantindo integridade de dados e conformidade regulatória
Acesse meus artigos no substack

BEYOND THE REGULATION: The SBCE MRV Clock Is Ticking
What Brazil's January 2026 Climate Plan and the SBCE Mean for Every Regulated Company

Governance Is No Longer a Policy Problem: It’s an Operating System Problem
KBC as Governance-as-OS: Designing how authority flows before decisions automate

From Continual Learning to Continual Credibility: A Governance Regime for Knowledge-Before Carbon Metrics (KBC) in a World of Continuous Updates
As carbon accounting moves from static PDFs to AI-powered pipelines, many organizations face a troubling paradox: the more accurate their numbers become, the less credible they seem.

Knowledge Before Carbon: Why Climate Metrics Are Failing Decision-Makers
An applied leadership perspective grounded in the academic framework Knowledge Before Carbon: From Measurement to Meaning

SBTi Net-Zero Standard V2.0 and the Importance of Understanding Avoidance and Reduction Credits
Why SBTi’s Version 2.0 distinguishes avoidance, reduction, and removal credits, and what this means for credible net-zero commitments.

Bridging Two Pillars of Brazil’s Climate Governance: How MRV Systems in the TSB and SBCE Shape the Future of Green Knowledge
Brazil’s twin sustainability frameworks: the Sustainable Taxonomy (TSB) and the Emissions Trading System (SBCE), are transforming how the country measures, reports, and verifies sustainability.

Model Risk Governance in Emissions Trading Systems (ETS): How It Actually Works.
Why trustworthy models are the backbone of credible carbon markets, and how robust governance transforms MRV into a foundation for SBCE readiness and organizational decision-making.

When Green Turns Gray: The Hidden Cost of Debasement on Sustainable Investments
How inflation and currency erosion reshape the true value of climate finance and why stress-testing is the new sustainability tool.
Why the Alignment of Global GHG Standards Matters More than Ever
Implications for Brazilian Companies as SBCE Becomes Reality
Mistakes That Matter: What Cognitive Economics Can Teach Us About Carbon Compliance
Mistakes don’t mean people don’t care. They often mean the system is too hard to navigate.
SBCE and the Hidden Cost of Non-Compliance: Why MRV Matters as Much as Carbon Prices
Under SBCE, the greatest risk is not the carbon price itself, but the credibility of the data that companies report.
From Expertise to Epistemology: Why Carbon Markets Need a Deeper Compass
That question resonates far beyond philosophy, especially in the context of sustainability and carbon markets.
FAQ
Minha empresa será impactada pelo SBCE?
Se sua empresa emite acima de 10.000 toneladas de CO₂e por ano, já entra no escopo de monitoramento e reporte obrigatório.
A partir de 25.000 toneladas de CO₂e por ano, passa a ter também obrigações no mercado regulado, incluindo a necessidade de adquirir permissões (allowances) ou certificados para cobrir suas emissões.
👉 Na prática, isso significa que o carbono deixa de ser apenas um tema ambiental e passa a ter impacto direto em custo, risco e estratégia.
Preciso medir emissões agora ou posso esperar?
Esperar aumenta risco e reduz opções.
Empresas que começam cedo conseguem mapear onde as emissões realmente ocorrem, identificar fontes críticas e avaliar alternativas antes que o custo do carbono se torne uma pressão financeira.
Isso permite:
- priorizar ações com maior impacto
- incorporar redução de emissões no plano de investimentos
- evitar decisões reativas e mais caras no futuro
Quem deixa para depois tende a agir sob pressão regulatória, com menos tempo, menor flexibilidade e maior impacto na margem.
Qual a melhor estrutura de MRV para minha empresa?
Não existe modelo padrão.
A melhor estrutura de MRV depende do perfil da empresa, mas existe um erro comum:
automatizar com IA antes de definir corretamente os dados.
Antes da tecnologia, é essencial ter clareza sobre:
- o que está sendo medido
- como os dados são organizados
- como garantir consistência e auditabilidade
👉 Sem isso, o sistema vira sofisticado, mas pouco confiável.
👉 Com isso, o MRV se transforma em uma base sólida para decisões e não apenas em obrigação regulatória.
Qual o risco financeiro da não preparação?
Os riscos são concretos e financeiros.
Além do aumento de custos e da necessidade de aquisição de permissões no mercado, a legislação do SBCE prevê sanções para empresas que não cumprirem obrigações de reporte, monitoramento ou compensação de emissões, incluindo multas e possíveis restrições operacionais.
Somado a isso:
- decisões tomadas sob pressão tendem a ser mais caras
- a exposição ao preço do carbono pode afetar diretamente a margem
- empresas não preparadas perdem competitividade
👉 Carbono, nesse contexto, deixa de ser um tema ambiental e se torna um risco financeiro.
Minha empresa precisa comprar créditos ou pode gerar valor com carbono?
Depende do perfil de emissões e das oportunidades internas da empresa.
Algumas empresas serão compradoras líquidas no mercado de carbono.
Outras podem reduzir emissões ou até estruturar projetos que gerem créditos.
Mas é importante entender dois pontos fundamentais:
- A estruturação de projetos precisa estar alinhada à legislação do SBCE, que está em construção e definirá critérios claros para elegibilidade e uso de créditos
- As emissões de CO₂e são contínuas ao longo da operação, o que exige uma neutralização recorrente, normalmente anual, baseada no volume efetivamente emitido
👉 Na prática, isso transforma o carbono em um fluxo permanente de gestão: reduzir, compensar ou pagar.
👉 A diferença está na estratégia — não apenas na obrigação regulatória.
Vale a pena comprar certificados ou créditos de carbono disponíveis no mercado?
Depende e exige cautela.
Nem todos os créditos ou certificados disponíveis hoje serão aceitos no futuro mercado regulado do SBCE. Muitos projetos ainda seguem padrões voluntários e podem não atender aos critérios que a legislação brasileira está definindo.
Um ponto crítico é a adicionalidade:
👉 o projeto precisa comprovar que realmente removeu ou evitou emissões de CO₂e que não aconteceriam sem aquela iniciativa.
Sem isso, o crédito pode não ter validade regulatória.
Por isso, antes de qualquer aquisição, é essencial realizar uma due diligence robusta, avaliando:
- metodologia utilizada
- integridade e rastreabilidade dos dados
- aderência aos critérios regulatórios em evolução
- risco de não elegibilidade no SBCE
Além disso, existe um risco reputacional relevante:
👉 adquirir créditos de baixa integridade pode expor a empresa a questionamentos de greenwashing.
👉 Em resumo: comprar crédito sem análise é arriscado.
👉 Comprar com critério pode ser uma alavanca estratégica.
Prepare sua empresa antes que a regulação faça isso por você
Se sua empresa enfrenta incerteza regulatória, pressão por decisões rápidas ou necessidade de estruturar sua estratégia de carbono, podemos ajudar.